"Um gênio é uma pessoa de talento que faz toda a lição de casa." ( Thomas A. Edison )
domingo, 12 de setembro de 2010
ENEM 2009 Física: corrigido e comentado
sábado, 28 de agosto de 2010
Experimento de Becquerel
- discutir a idéia de descoberta científica;
- perceber as dificuldades associadas com trabalhar com fenômenos no nível microscópico;
- aprender o que é fluorescência, radiação e radioatividade.
Experimento: Barco a corda
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Experimento: Newton Cross
Materiais necessários
- 1 madeirite de 10 cm x 30 cm;
- 3 palitos de churrasco;
- 2 palitos de picolé (que sustentarão a vela);
- 1pedaço de madeira espessa de 4,5 cm x 4,5 cm, para base da vela (o mais leve possível);
- 1 pedaço de madeira mais espessa com aproximadamente 6 cm x 3,5 cm (o mesmo tipo do anterior);
- 1 pedaço de madeira com aproximadamente 7 cm x 3,5 cm (o mesmo tipo do anterior);
- 4 pedaços de madeira fina 3,5 x 3,5 cm;
- 2 canudinhos;
- 1 motor elétrico;
- 1 hélice (pode ser adaptada de um cooler estragado de computador);
- 1 bateria 9V;
- Conector para bateria;
- 4 CDs;
- 2 jacarés;
- Velcro (macho e fêmea);
- 1 pedaço de cartolina ou papel cartão 18 cm x 16 cm;
- Grosa;
- Cola quente;
- Furadeira com broca 2,5 mm;
domingo, 25 de julho de 2010
Dragão em 3D do "Ciência em Show"
sábado, 17 de julho de 2010
Como é realizada a projeção em 3D no cinema?
Motor flutuante dispensa eixo e gira sobre água
sábado, 10 de julho de 2010
Do chão à Estratosfera

Aprendendo com a Constelação de Homer Simpson

Quer relaxar e ao mesmo tempo aprender um pouco de astronomia? Em Starlight o jogo é simples e, na fase “Relax”, faz justamente isto: movimente o mouse até encontrar a perspectiva correta para que a série de pontos de luz ligados por linhas forme o desenho certo. Acredite, jogar é muito mais simples do que ler essa descrição.
O que astronomia tem a ver com a brincadeira? As constelações, em seu sentido antigo, são justamente esse agrupamento de estrelas formando um desenho no céu. Como o jogo deve deixar claro, contudo, o grupo forma um desenho definido apenas quando visto de um ponto bem determinado – no caso, a posição da qual vemos as estrelas, a Terra. Exatamente como no jogo, praticamente todas as constelações são formadas por estrelas que, com uma variação de magnitudes de brilho e distância, podem parecer “próximas” embora estejam distantes entre si.
Vistas de outros pontos da Galáxia, alguns nem tão distantes de nosso planeta, as constelações formariam “desenhos” bem diferentes, se é que formariam algum desenho. São arbitrariedades, e mais do que apenas arbitrariedades espaciais, são também temporais, enquanto nosso planeta e as próprias estrelas movimentam-se em velocidades e direções diferentes. Há alguns séculos as constelações tinham uma aparência sutilmente diferente, e um exemplo é a Ursa Maior.

Acima, como a constelação deveria aparecer aos primeiros seres humanos, como ela surge hoje para nós, e abaixo como deve aparecer para qualquer criatura sobre o planeta daqui a mais 100.000 anos (imagem via Cornell). Você pode brincar com essa mudança nas constelações com o Stellarium.
Ao contrário de astrólogos e mesmo alguns relatos de supostos extraterrestres – que diriam, por exemplo, que vêm da “Constelação de Órion” ou das Plêiades, o que deve ficar claro agora que não faz muito sentido como informação de localização –, os astrônomos levaram em conta tais descobertas e conhecimentos, e assim a definição astronômica moderna de constelação se refere à área da esfera celeste, apontando uma direção, comumente a que coincide com o “desenho” visto no céu pelos antigos, o que permite considerar a definição tradicional com a precisão do conhecimento atualizado.
Pronto, agora você tem uma boa desculpa educativa para gastar alguns minutos resolvendo 64 desenhos de constelações fictícias e relaxar…
[Quer mais astronomia e ainda física em um joguinho agradável? Brinque de Deus – ou Velikovsky com Orbitrunner.]
Veja mais jogos na página Tô sabendo Jogos!!
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Como Resolver Problemas de Física
1ª ETAPA: LER O PROBLEMA: É preciso saber ler, quer dizer, se
capaz de imaginar a cena que o enunciado descreve. Nem sempre
entendemos tudo o que está escrito, mas podemos estar atentos aos
detalhes para "visualizar" corretamente o que se está dizendo.
2ª ETAPA: FAZER UM ESQUEMA: Fazer um esquema ou desenho
simples da situação ajuda a visualizá-la e a resolvê-la. Procure indica
em seus esquemas informações básicas como o sentido e os valores
envolvidos. Preste atenção que uma frase como "dar ré" indica o
sentido do movimento do objeto em questão.
3ª ETAPA: MONTE AS EQUAÇÕES E FAÇA AS CONTAS: Uma
equação só faz sentido se você sabe o que ela significa. Sabemos
que é possível resolver a nossa questão porque há a conservação da
quantidade movimento total de um sistema. Quer dizer, a soma das
quantidades de movimento antes e depois do choque deverá ter o
mesmo valor. Com isso, você consegue montar as contas.
4ª ETAPA:INTERPRETE OS VALORES. (A ETAPA MAIS
IMPORTANTE!) Muito bem, você achou um número! Mas ainda não
resolveu o problema. Não queremos saber somente o número, mas
também o que aconteceu. O número deve nos dizer isso. Olhando
para ele você deve ser capaz de chegar a alguma conclusão
DESCONFIE DOS NÚMEROS!!! Existe uma coisa que se chama erro
nas contas, que pode nos levar a resultados errados. Pense bem no
que o número está lhe dizendo e avalie se é uma coisa razoável. Se
achar que há um erro, confira suas contas e o seu raciocínio. Se o
número insistir em lhe dizer coisas absurdas, considere a
possibilidade de que aquilo que você esperava não ser realmente o
que acontece na prática.
Fonte:
Leituras de Física - MECÂNICA - Capítulo 1
GREF - Grupo de Reelaboração do Ensino de Física
Instituto de Física da USP - junho de 1998









